sábado, 27 de junho de 2009

Poemas do ser e da forca

Não como eu

Ó voz rouca
Tu que ecoas no meu ser
Não me deixes
Perdido não sou ninguém

Meus companheiros estão longe
Não te ouvem
Não como eu

Mostra-me o caminho
Sou o vento
Que fala
Sou a terra
Quente
Que seca

Oiço-te dentro de mim
Grito
Para te ouvir

Ardo

Todos me ouvem
Sou a voz que fala
A única

MiniMee.2008

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